Sobre as autoras

Duas (im)pacientes de Esclerose Múltipla (EM) que estudaram juntas na adolescência em Niterói, RJ. Em 2006, com 35 anos de idade, decidiram unir seus conhecimentos acadêmicos de Medicina, Direito e Marketing à sua cultura geral e compartilhar informações sobre essa doença incompreendida por muitos.

A esclerose múltipla é uma das doenças que as pessoas mais associam à velhice. Mas é na juventude, a partir dos 20 anos, que ela começa a se manifestar. A doença evolui em crises – e seu desenvolvimento é imprevisível. Essas crises podem levar a dificuldades para ver, ouvir e andar, e também a falhas de memória. A partir da década de 80, com a precisão das imagens obtidas por exame de ressonância magnética, a esclerose múltipla passou a ser diagnosticada mais precocemente. Os remédios progrediram bastante nos últimos anos. Os medicamentos mais modernos aumentam o intervalo e diminuem a intensidade das crises. Doença sem cura nem causas conhecidas, a esclerose múltipla surge de uma falha nas defesas do organismo. Em algum momento, o sistema imunológico começa a perceber o próprio corpo como inimigo. Na esclerose múltipla, o “alvo” é a mielina, substância importante na comunicação entre os neurônios. (Fonte)

Esclerose Múltipla não ‘pega’, mas nosso alto-astral é contagiante; não é ‘doença de velho’ nem problema mental – nossas faculdades mentais vão muito bem, obrigada, embora nossos maridos afirmem o contrário…

Divirtam-se, aprendam, sintam e protestem conosco! 😉