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Fumar ‘dobra’ chance de esclerose múltipla

BBC Brasil

Fumar pode aumentar consideravelmente o risco de desenvolver esclerose múltipla, segundo um novo estudo da Universidade de Bergen, na Noruega. A pesquisa, feita com 22 mil noruegueses, descobriu que os fumantes têm quase o dobro (1,8 vez) da chance de desenvolver a doença dos não-fumantes. O aumento do risco verificado foi maior nos homens do que nas mulheres.

(…) Os pesquisadores noruegueses descobriram que as chances de ter a doença aumentavam entre os fumantes independentemente do fato de eles terem deixado o vício ou não. (…) Nos casos pesquisados, a doença geralmente apareceu 15 anos depois de o vício de fumar ter sido iniciado.

(…) Gary Franklin, um neurologista da Escola de Saúde Pública e Medicina Comunitária da Universidade de Washington, disse que o hábito de fumar pode contribuir para o desenvolvimento da doença em pessoas que já têm propensão genética. “Nem os fatores genéticos nem os fatores ambientais podem, sozinhos, causar a doença”, afirmou Franklin.

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Vitamina D diminui risco de esclerose múltipla em mulheres

BBC Brasil

Segundo pesquisa da Universidade de Harvard, suplementos de vitamina D diminuem em 40% a chance de mulheres de desenvolver a esclerose múltipla. Os cientistas descobriram que apenas uma dieta rica em vitamina D, sem suplementos, não é suficiente para promover a mesma proteção. Cerca de 190 mil mulheres participaram do experimento. Continue lendo Vitamina D diminui risco de esclerose múltipla em mulheres

Analgesia e parto: O que o obstetra tem que saber?

O artigo publicado por K. M. Kuczkowski do Departamento de Anestesiologia e Medicina Reprodutiva da Universidade da Califórnia (USA), aborda a analgesia no parto de pacientes com doenças neurológicas.

A falta de guidelines voltados para estas pacientes torna o artigo uma referência, pois além de realizar um apanhado de todos os assuntos publicados até o momento sobre o tema, detalha cada doença neurológica e suas peculiaridades.

No final do estudo conclui que o manejo bem sucedido da paciente grávida com doença neurológica depende dos esforços cooperativos do obstetra, neurologista e anestesiologista envolvidos no cuidado periparto e que uma compreensão detalhada da fisiologia da gravidez e da fisiopatologia da doença neurológica subjacente é de importância preliminar na gerência obstétrica e anestésica deste grupo de parturientes de alto risco.

Abaixo as considerações do autor sobre a esclerose múltipla: Continue lendo Analgesia e parto: O que o obstetra tem que saber?

Imagens de dano cerebral em parentes de primeiro grau de pacientes com esclerose múltipla esporádica e familial

O objetivo deste estudo foi acessar o dano cerebral de parentes de primeiro grau de pacientes com EM (esclerose múltipla) esporádica e familial, através da análise de imagens obtidas por ressonância nuclear magnética. Continue lendo Imagens de dano cerebral em parentes de primeiro grau de pacientes com esclerose múltipla esporádica e familial